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  • Restauração Cultural

O mistério dos cristais

Atualizado: 15 de Dez de 2019

A pedra que lembra a água e flui pela história


Os cristais possuem uma história antiquíssima e de extrema importância civilizacional. Na antiguidade eram vistas como provindas dos céus e dos deuses, devido a suas incríveis peculiaridades.


Desde a Atlândida, descrita por Platão em suas obras Timeu e Crítias, possuíam inúmeras propriedades como a da cura, do aumento das habilidades psíquicas e mental, além da clareza dos pensamentos na telecinese e na telepatia. Também estaria presente no desenvolvimento da comunicação, nos campos magnéticos de força e em grandes geradores de energia como as torres de cristal, no armazenamento de registros, no controle do clima e na herança do aprendizado.

Ilustração imaginativa da Atlântida

Os que abandonaram o Continente Atlante antes de sua queda completa ter-se-iam instalado em outras regiões do globo, disseminando seu conhecimento, tecnologia e segredos, onde posteriormente floresceram novas culturas e civilizações, como a celta na Europa, a harappiana na Índia, a maia na região do México, a chinesa e a egípcia.

Antigos filósofos gregos acreditavam que os cristais eram uma forma de gelo super-resfriado, então nominaram essas formações minerais de “krystallos”, palavra que significava gelo e quartzo, referência ao aspecto da água congelada, exatamente por ter o mesmo formato e ser associado à limpeza, pureza e transparência.


O cristal de rocha é a variedade mais pura do quartzo branco e tem a capacidade de vibrar sua energia em todas as frequências de cor possuindo um padrão molecular cristalino repetitivo, ou seja, uma estrutura de elevado grau de simetria tridimensional organizada, além de precisa, com características marcadas com brilho, limpidez, sonoridade, beleza e perfeição.




Até os dias de hoje, esta pedra possui diversas capacidades no campo tecnológico, medicinal, espiritual e até mesmo nas ornamentações pessoais e domésticas.

Talvez não saibamos, mas pode ser a jóia mais importante e mais desejada que o próprio diamante.


Autoria de Milene Robles


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